L'immigration en période de récession, une erreur?


Desculpem o texto em francês, mas a pressa é grande, mas também serve para treinar a leitura:

QUÉBEC - Augmenter l'arrivée des immigrants en période de récession est une «erreur fondamentale» qui provoque un accroissement du chômage en plus de fragiliser le français à Montréal.

C'est ce qu'a soutenu le chercheur à la retraite et auteur de plusieurs études sur la situation linguistique au Québec, Michel Pagé, mercredi, au cours des consultations publiques menée par la ministre de l'Immigration et des Communautés culturelles, Kathleen Weil.

Selon lui, cette politique instaurée depuis 2004 par le gouvernement Charest n'est pas requise dans une conjoncture économique incertaine puisqu'elle a des effets néfastes sur les finances publiques, notamment.

M. Pagé a rappelé que durant la récession de 1981-1982, le Québec et le Canada avaient réduit considérablement le nombre d'immigrants reçus pendant quatre ans. Il estime donc que le seuil annuel de 50 000 nouveaux arrivants que propose la ministre Weil pour les prochaines années est trop élevé.

Il a également indiqué qu'il y a déjà un problème d'intégration linguistique dans la grande région de Montréal, qui s'anglicise de manière importante depuis 2003-2004, et particulièrement depuis 2007.

M. Pagé a fait valoir que les États-Unis, qui connaissent leur part de problèmes, accueillent annuellement un immigrant par 300 habitants, ce qui, transposé au Québec, représente un seuil annuel de 28 000 personnes.

Il a accusé le ministère de l'Immigration et des Communautés culturelles (MICC) de ne pas pleinement assumer ses responsabilités en matière de sélection et d'intégration des immigrants.

Son jugement rejoint ainsi celui porté par le Vérificateur général du Québec en juin 2010, dans lequel il recommandait que Québec fasse en sorte qu'au moins 70 pour cent des immigrants soient de véritables francophones.

(Le Devoir)


abraço

Assim como lhe deste poder sobre toda a carne, para que dê a vida eterna a todos quantos lhe deste. João 17:2

Comentários

é uam questão a se pensar, afinal cada nação deve defender os interesses de sua população. Se a população, democraticamente, decidir por meio de seus representantes a reduzir seu orçamento para evitar problemas posteriores. Isto me parece bom. Não vejo com maus olhos esta restrição uma vez que imigrantes desempregados no inicio da sua adaptação pode gerar custos a população local, sem antes tais imigrantes terem contribuido para isso.Evidentemente, há que se considerar as condições do momento e exigir mais rigor.Por outro lado, o conjunto de serviços oferecidos aos imigrantes geram milhares de enpregos, que por sua vez geram renda que gera consumo que gera a industria. O poblema de fato, não é o imigrante; o problema é o estragulamento de todo o sistema financeiro global.Mas o imigrante é só uma peça do quebracabeça. Talvez a solução, talvez a acidez do problema. Prudência é sempre a melhor virtude mediante tais impasses.
Sangue de Barata disse…
Pessoal,

Me chamo Thiago Mattos e estou novamente entrando em contato com vocês pois desejo fazer uma entrevista para o metablog que estou criando sobre brasileiros imigrantes que têm um blog no Canadá.

Como não tenho o email de vocês, me resta tentar por aqui esse contato. Gostaria que me escrevessem um email (para thmattos arroba gmail ponto com) para que possamos marcar essa entrevita que pode ser feita via email ou skype.

A ideia é contar um pouco da história dos imigrantes no Canadá e de seus blogs.

Deixo aqui o link: http://vivernocanada.wordpress.com/

Fico no aguardo e desde já agradeço,

Thiago Mattos.

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